:: Belenenses XV ::: Maio 2007

quinta-feira, maio 31, 2007

CNT

Ao que parece o arranque do Centro Nacional de Treino tem sido um fracasso.

No último treino nacional compareceram 12 jogadores, quatro deles vindos de Coimbra transportados por um autocarro de dois andares...


Lembro que, numa fase inicial, foram convidados mais de 40 jogadores para integrarem este projecto, agora esta que era uma grande aposta da FPR está pela rua da amargura.


Não se entende porque é que as promessas ficaram por cumprir, não se cumpriu a promessa de pagamento aos jogadores empenhados. Se não há dinheiro não se promete (digo eu).


Leiam o relatório do último estágio em:

http://www.fpr.pt/noticias/noticia.asp?opm=4&id=6371&id2=4

Podem ler aquilo que escrevi há uns tempos sobre este projecto:

http://belenenses15.blogspot.com/2006/12/soltas_21.html

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segunda-feira, maio 28, 2007

Carta aberta ao Presidente Cabral Ferreita

Meu querido amigo Cabral Ferreira,

Antes das eleições que o reelegeram presidente do Clube de Futebol «os Belenenses» evitei pronunciar-me acerca das listas e dos programas, e sobretudo recusei-me a publicitar o meu apoio a qualquer uma das três listas concorrentes.

Acredite que cheguei a ponderar, com franqueza, votar em branco ou – pior – anular o meu voto. Mas não o fiz. Pela primeira vez vou confessar abertamente que foi em si que votei, e aquilo que pode parecer óbvio para muitos não o seria que tivessem tido a oportunidade de «entrar na minha cabeça» nos dias que antecederam a assembleia electiva.

O Cabral Ferreira foi reeleito com larguíssima margem – por muito que isso custa admitir aos seus mais abertos opositores – e isso apenas representa uma muito maior responsabilidade. Desejo-lhe muito boa sorte, e sabe que pode contar comigo para as tarefas habituais. Aliás, a minha colaboração com o clube é, sempre, isso mesmo: uma colaboração com o Belenenses, muito mais do que com as pessoas que o dirigem.

Estou certo de que o dia de ontem terá sido um dia de grande orgulho para si, como para muitos outros Belenenses. A nossa equipa profissional de Futebol esteve em grande, num palco maior da modalidade, com milhares e milhares de sócios e adeptos do clube a puxarem por ela de forma incansável. Sei que estava feliz pois tive a oportunidade de o cumprimentar, e a felicidade é coisa que se vê nos olhos de uma pessoa. Os seus não enganavam.

Infelizmente a Taça fugiu-nos... Mas a minha preocupação é outra: não podemos deixar fugir também toda aquela multidão azul – constituída sobretudo por gente nova, muitos dos quais a apoiar o Belém ao vivo pela primeira vez, ou perto disso! –, que mostrou ao país que o Belenenses está longe – muito longe! – de ser um «clube de velhos».

O Belém é um histórico, todos o sabemos. Mais é mais que isso: é um clube cheio de futuro!


Imagem RTP retirada do Blog do Belenenses


Ontem andei pelo meio da multidão anónima, como eu, e senti algo de extraordinário: as pessoas estão desejosas que o clube as chame... e que as chame à paixão de ser Belenenses, com tudo o que isso implica!

O caríssimo Presidente saberá o que é ser Belenenses pelo menos tão bem quanto eu, mas para que não fiquem dúvidas para quem nos lê direi que em traços gerais o belenensismo se caracteriza por:

- uma noção cavalheiresca de desportivismo, já caída em desuso neste contexto do desporto-negócio que tantos nos querem impor;

- uma vontade de ganhar que supera todas as (históricas) dificuldades com que se deparam todas as equipas de todos os escalões e modalidades do nosso clube. Não devemos NADA a ninguém, muito pelo contrário...

- por um sentimento de viva e autêntica resistência ao monopólio dos clubes do costume, levados a colo pela indústria que tanto promove o tal «desporto-negócio»;

- por um sentimento de genuíno serviço ao desporto nacional e à cidade de Lisboa, da qual somos «a capital» (ideia de «Belém, capital da capital»);

- por um sentimento verdadeiramente «bairrista», no seu sentido mais positivo, tão bem descrito por Homero Serpa em vários dos seus textos;

- por uma rivalidade intensa, vivida e expressa em campo com os nossos dois maiores rivais no plano da cidade e do país: o Benfica e o Sporting.

É através destes elementos de união que, na minha opinião, se deve avançar no sentido do reforço associativo, tendo como objectivo fundamental não apenas o aumento do número de associados mas sobretudo o aumento da QUALIDADE dos associados. E atenção: aqui o termo qualidade não se aplica naturalmente a cada uma das pessoas sócias do Belenenses mas antes à sua vivência dessa condição. Quero dizer: interessa-me bem mais ter um sócio que é belenense, do que um sócio que apenas usa o cartão para ter acesso a um qualquer serviço prestado pelo clube.

O Belém terá de abandonar RAPIDAMENTE essa ideia peregrina (e muito recente...) de querer partilhar os seus sucessos com os seus mais directos rivais... Passa pela cabeça de algum verdadeiro belenense querer encher o nosso estádio de benfiquistas e sportinguistas para alcançar uma posição entre os 4 primeiros da tabela da Liga de Futebol? Passa pela cabeça de algum verdadeiro belenense convidar os adeptos do nosso mais directo rival – o Benfica – para comemorar connosco uma hipotética vitória NOSSA sobre o Sporting?

Penso que não. Aliás, penso que não passará seguramente pela sua!

O Belém precisa de atrair mais gente, é um facto... Mas não de atrair gente a todo o custo, vendendo a sua alma e os seus históricos valores (e práticas) de resistência contra aqueles que sempre fizeram tudo ao seu alcance para o riscar do mapa.

O Belém existe porque SEMPRE RESISTIU e não porque se aliou – na realidade ou mesmo na aparência – aos clubes-eucalipto da cidade...

Os milhares que vi ontem, com quem comi, gritei e até chorei querem um Belenenses altivo, resistente, bairrista, rival dos nossos rivais! Querem um Belém que se afirme pelos seus valores próprios, e que coloque o seu bonito «azul do mar como o passado, e azul do céu como o futuro» acima de todas as outras cores, que certamente nos merecem respeito, mas NUNCA qualquer tipo de aliança.

Acredito que o meu caro Presidente saberá ler o sentimento da multidão anónima que ontem deu vida à ideia Belenenses, deu vida e expressão prática ao sonho dos rapazes da praia. Estou certo de que elegerá como prioridade número 1 da Direcção que preside o reforço associativo genuíno e impregnado de mística de que o nosso clube necessita!

Conte sempre comigo para ajudar a fazer crescer o meu clube de sempre e para sempre, o meu querido Clube de Futebol «os Belenenses». A bem do Clube, do seu Futebol, do seu Rugby... de todas as suas modalidades.

Viva o Belenenses,
28 de Maio de 2007

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domingo, maio 27, 2007

BELENENSES SEMPRE!



Hoje estivemos dignamente no Jamor, lutámos dignamente dentro de campo. Fomos derrotados, o que é naturalmente uma contigência do desporto de competição.

O Futebol do Belenenses esteve em grande, e pela primeira vez em muitos anos a equipa profissional foi bastante mais do que a soma de um conjunto de jogadores unicamente motivados pelas pequenas (?) fortunas que recebem. Este ano todos os belenenses sentiram orgulho da garra e do querer do Futebol do Clube. Que se mantenha assim por muitos e bons anos.

BELENENSES SEMPRE!

sábado, maio 26, 2007

Rugby XV: Resultados de sábado

Taça de Portugal - Final

CDUP, 23 - Técnico, 9

Jogos Internacionais


Foto: Scrum.com/Getty Images.

África do Sul, 58 - Inglaterra, 10
(maior derrota de sempre da Inglaterra contra a África do Sul)
Austrália, 29 - P.Gales, 23
NZ Maori, 59 - Canadá, 23

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Porque o Belém não é só Futebol...

... mas também não é só Rugby, domingo estamos lá todos!



Bora lá, Belém!

OS BELENENSES vs. Sporting
Final da Taça de Portugal (Futebol)
Estádio do Jamor
Domingo, 27 de Maio de 2007
17 horas

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sexta-feira, maio 25, 2007

ATL da Galiza

Parabéns Escolinha de Rugby da Galiza, que completou o 1º ano de actividade.

Conheçam o grande projecto desta grande instituição:

http://atldagaliza.blogspot.com/search/label/escolinha%20de%20rugby

Vejam os vídeos que vale mesmo a pena.

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quinta-feira, maio 24, 2007

Balanço | Arbitragem | Parte 1

Na recta final de mais uma época desportiva importa reflectir, não apenas nos pontos fracos mas também saber onde estivemos fortes ou melhores que no passado.

Para além dos assuntos polémicos como a questão dos campos, do sistema competitivo escolhido em vários escalões, bla bla bla..., é incontornável que a arbitragem seja um dos alvos desta análise.

É um facto que ingressei este ano na "carreira" de árbitro, portanto é possível que esta análise não seja completamente imparcial e isenta, mas como este é um blog clubístico mais parcialidade menos parcialidade é igual ao litro.

Esta foi uma época em que a arbitragem conheceu vários avanços, muito impulsionados pela subtituição do órgão que gere esta área. Com um novo Concelho de Arbitragem, com novas caras e nova credibilização, com mais recursos e mais organização.


A meu ver, uma das grandes iniciativas que apareceu durante esta temporada foi a Escola de Jovens Árbitros, sob alçada da Associação de Rugby do Sul, principalmente impulsionada por árbitros seniores como Ferdinando de Sousa, João Mourinha, Mendes Silva, Arnaldo Neto, David Jackson, Cunha e Silva. Com cerca de 50 formandos e com um núcleo duro de 10 a 15 árbitros em forte ascensão, nos próximos anos os frutos serão colhidos.

Um dos pontos positivos, apesar de tardio, foi a obrigatoriedade de treinadores e dirigentes serem portadores de uma cédula ou cartão de identificação, sendo mais fácil o controlo de bancos de suplentes, onde para além dos próprios jogadores suplentes era normal ver toda uma assistência de pseudo-treinadores (de bancada ou de banco...) que em nada ajudam ao jogo. No banco só ficam 4 pessoas para além dos suplentes, esta é uma regra que tem que ser alargada urgentemente a TODOS os escalões - decisão aplaudida por vários treinadores de escalões de formação que durante a semana conduzem os treinos e ao fim-de-semana são confrontados com inúmeros treinadores (pais, dirigentes e afins), que não fazem ideia do trabalho desenvolvido nos treinos, a mandar "bitaites" para dentro do campo.

Foi alargado o número de árbitros em actividade no nosso país, surgiram nomes como Rohan Hoffman, Pedro Murinello, Paulo Gonçalves e outros nomes mais novos, muitos também também ligados à Escola de Jovens Árbitros (Bernardo Caupers, Afonso Nogueira - este não conheço! -, Pedro Queimado, Pedro Gagliardini, Paulo Duarte, etc).

A presença de árbitros auxiliares em quase todos os jogos da Divisão de Honra, o que possibilitou uma redução exponencial de agressões nestes jogo e assegurar que os jogos decorressem de uma forma bem mais calma. De realçar que nenhum destes fiscais-de-linha foi nomeado pela FPR.

Nomeação de João Mourinha para dois Torneios do Circuito Mundial de Sevens (George e Dubai), bem como para o Campeonato do Mundo sub XIX.
Nomeação de Arsénio Tomás para um jogo FIRA.
Participação de Pedro Murinello para o Torneio sub 17 de Milfield.
Participação de 5 árbitros no Estágio Fira sub17 (Afonso Nogueira, Bernardo Caupers, José Luís Vareta, Paulo Duarte e Pedro Ferreira)
Participação de Nuno Coelho e João Erse em França em vários jogos.
Nomeação de Rohan Hoffman para os Sevens de Amsterdam (Circuito Europeu)


Pontos negativos:

A inexistência de um sistema de avaliação e observação para os árbitros, impossibiltando a maior evolução de cada árbitro. Neste campo importa realçar a solidariedade da classe, muitos árbitros têm feito o esforço em ir ver os jogos uns dos outros e fazendo observação (embora pouco "profissional"). É urgente que a direcção FPR faça as pazes com muitos dos árbitros seniores e que crie condições para que os mais novos possam aprender com eles.

O não pagamento de deslocações aos árbitros impossibilitou a presença de juízes em inúmeros jogos fora de Lisboa

Constantes atrasos de decisões do Conselho Disciplinar o que pode tornar alguns comportamentos normais e sem punição.

Nomeação de vários árbitros franceses para jogos da Divisão de Honra, desprestigiando os nossos árbitros, sendo que estes apitam na 5ª Divisão Francesa.

A não nomeação de árbitros auxiliares por parte da FPR em nenhum jogo realizado em Portugal (incluindo final do campeonato e final da taça...), fazendo com que os próprios árbitros tivessem que andar à procura de fiscais.

O não pagamento a fiscais-de-linha nas finais de Júniores e Juvenis.

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Final da Taça

«A final da Taça de Portugal de Seniores, a disputar entre o CDUP e o Técnico, realizar-se-á no dia 26 de Maio(sábado), pelas 16H00, no Estádio Universitário de Coimbra, campo principal e será dirigida pelo árbitro internacional, João Mourinha.»

Fonte: FPR

A 2 dias da realização da final da 2ª prova mais importante do país muda o local do jogo e conhece-se o árbitro nomeado!

É bom saber que até numa final importante se brinca à organização...

Nem fiscais-de-linha são nomeados!

Parabéns FPR!!

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Miranda faz estreia no IRB Sevens

O jovem abertura/n.º15 do Belenenses, Diogo Miranda, é o estreante da equipa de Sevens que disputará este fim de semana a etapa londrina do circuito.


Legenda: Diogo Miranda.

No que diz respeito a jogadores do Belenenses foram igualmente convocados Diogo Mateus (capitão de equipa), David Mateus, Pedro Silva e Sebastião da Cunha. Completam a convocatória Tiago Girão (CDUL), Pedro Leal (Direito), Pedro Cabral (CDUL), Adérito Esteves (Agronomia), Francisco Mira (Agronomia), Gonçalo Foro (CDUL) e Francisco Sepúlveda (Évora).

Os «Lobos» encontram-se incluídos no grupo D juntamente com os colossos África do Sul e Inglaterra, e com a equipa do País de Gales, menos cotada nesta variante (e bem mais conhecida e competitiva no clássico jogo de XV).

A prova será disputada no renovado Estádio de Twickenham, uma das grandes catedrais do Rugby mundial.

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quarta-feira, maio 23, 2007

Packs: Comparativo de pesos

Para já ficam só os dados relativos a pesos destes dois conjuntos de 8 jogadores, seleccionados por mim num exercício meramente comparativo:

PORTUGAL:

1ª Linha
1. C.Spachuk - 114 quilos
2. J.Correia - 100
3. J.Ferreira - 100
Total: 314 quilos

(trocando o Joaquim Ferreira pelo Rui Cordeiro - apenas por uma questão de peso - passariamos a ter uma 1ª linha com um total de 352 quilos...).

NOVA ZELÂNDIA:

1ª Linha
1. T.Woodcock - 118 quilos
2. K.Mealamu - 106
3. C.Hayman - 120
Total: 344 quilos (+ 30 quilos que Portugal)

PORTUGAL

2ª Linha:
4. M.d'Orey - 133 quilos
5. G.Uva - 107
Total: 240 quilos

NOVA ZELÂNDIA

2ª Linha:
4. C.Jack - 115 quilos
5. A.Williams - 115
Total: 230 quilos (- 10 quilos que a 2ª Linha de Portugal)

PORTUGAL

3ª Linha:
6. J.Severino - 116 quilos
7. J.Uva - 90
8. V.Uva - 98
Total: 304 quilos

NOVA ZELÂNDIA

3ª Linha:
6. J.Collins - 109 quilos
7. R.McCaw - 107
8. R.So'oialo - 107
Total: 323 quilos (+ 19 quilos que a 3ª linha de Portugal)

TOTAL DO PACK - PORTUGAL: 858 quilos
TOTAL DO PACK - N.ZELÂNDIA: 897 quilos
Diferença: 39 quilos.

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terça-feira, maio 22, 2007

Convocatória para os «Lobos»

Tomás Morais divulgou esta manhã a lista dos primeiros 37 convocados para o grupo de trabalho que iniciará os trabalhos de preparação para o Mundial de França. Destes 37 jogadores sairão os 30 atletas que representarão a equipa nacional durante a prova (anúncio a 20 de Agosto).

Os jogadores chamados a esta primeira convocatória foram:

1ª Linha
- Joaquim Ferreira (pilar, CDUP)
- Rui Cordeiro (pilar, Académica)
- Cristian Spachuk (pilar, Belenenses)
- André Silva (pilar, Nimes - França)
- João Correia (talonador, Direito)
- Juan Murré (pilar, Belenenses)
- Marcelo Vargas (pilar/talonador, Huirapuca - Argentina)
- Gustavo Duarte (pilar, Agronomia)
- Duarte Figueiredo (talonador, CDUL)

2ª Linha
- Marcelo d’Orey (CDUP)
- Gonçalo Uva (Montpellier - França)
- Eduardo Acosta (Direito)
- David Penalva (Blagnac – França)
- Lourenço Andrade (Belenenses)
- Rui d’Orey (Direito)

3ª Linha
- João Uva (asa, Belenenses)
- Diogo Coutinho (asa, Direito)
- Francisco Fragateiro (asa, CDUP)
- Vasco Uva (n.º8, Direito)
- Juan Severino Somoza (asa, Agronomia)
- Salvador Palha (asa, Direito)
- Tiago Girão (n.º8, CDUL)

Médios
- Luís Pissarra (formação, Agronomia)
- José Pinto (formação, Direito)
- Duarte Cardoso Pinto (abertura, Agronomia)
- Gonçalo Malheiro (abertura, CDUP)
- Pedro Cabral (abertura, CDUL)

Três-Quartos
- Pedro Carvalho (ponta, Direito)
- David Mateus (ponta/centro, Belenenses)
- Diogo Mateus (centro, Belenenses)
- Diogo Gama (ponta/centro, Benfica)
- Miguel Portela (centro/defesa, Direito)
- Frederico Sousa (centro, Direito)
- Gonçalo Foro (ponta, CDUL)
- Francisco Mira (centro, Agronomia)

Defesas
- Pedro Leal (Direito)
- António Aguilar (Direito)

segunda-feira, maio 21, 2007

Fotos da temporada | 1 - Os «putos»


Carlos «Nica» Gaspar


Salvador da Cunha


Diogo Miranda


Duarte Bravo, ao fundo


Fezas Vital


Tiago Cabral

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O estranho caso do processo esquecido...

Era um vez um processo disciplinar. O alvo do processo era o treinador do Belenenses. O processo dizia respeito a um suposto insulto dirigido por este a um árbitro internacional português, cujo nome não interessa para o caso.

As peripécias em torno do caso do processo esquecido iniciaram logo uma semana após os acontecimentos que estiveram na sua origem. A FPR esqueceu-se de notificar – em tempo útil e de acordo com os regulamentos – o Belém da decisão de suspender o treinador, e este foi para o banco, que é o lugar dos treinadores.

Acontece que quem o viu lá não gostou, e houve até quem sobre o assunto escrevesse, esquecendo a vitória belenense, ou sobre ela acrescentando outros tantos juízos de valor um tanto descabidos.

Alguns personagens referiram, coléricos, que isso da FPR não ter cumprido os regulamentos (na notificação do suspenso) não interessa nada pois o que interesse não é a norma «legal» mas antes a norma «moral».

O treinador foi para a bancada, e esperou sentado que a FPR desse andamento ao processo disciplinar, o qual envolveria sempre – de acordo com os tais regulamentos que alguns querem substituir por «comissões de moral e bons costumes» – audição de testemunhas.

A inquirição foi marcada para hora imprópria para quem trabalha (penso que às 3 horas da tarde de um dia de semana), e perante a indisponibilidade de todos os convocados outro remédio não houve senão (re)marcá-la para horário decente.

O dia chegou mas a uma hora da inquirição houve nova indisponibilidade (desta vez de quem representaria o poder disciplinar da FPR), e a coisa ficou por marcar, até hoje...

O castigo cumpriu-se (em tempo), mas dele fazia parte penalização em Euros (300, se não estou em erro), que certamente a FPR quererá cobrar ao Belém.

O caso é todo ele um gozo ao treinador em causa, à equipa (que tantos dizem ser beneficiada por esta FPR) e ao clube. Lembram-se de ter sido, o mesmo técnico, castigado cerca de um ano após semelhante situação (por provar), relativa à temporada 2005/2006?

Sou da opinião – sendo que a minha opinião não conta para nada – que relativamente a este caso não deve o Belém 1 cêntimo à Federação. E que se alguém deve alguma coisa a alguém é o Conselho Disciplinar a todos os envolvidos: um pedido de desculpas.

E já agora, peçam também desculpas pelo castigo imposto ao Fezas Vital à entrada para o Play-Off, quatro jornadas após o jogo do incidente. É que também nesse caso o castigo não foi «legal» nem «moral». Nada de novo na aplicação do poder disciplinar por parte de um órgão que ao longo do tempo o tem exercido de formação tão discricionária e incoerente.

Árbitros de elite nos jogos dos Lobos

Ao pesquisar acerca dos jogos de Portugal no Mundial de Setembro, verifiquei que já se encontram atribuídas aos diferentes árbitros convocados para a prova os jogos que deverão apitar durante a fase de grupos.

Diga-se que Portugal terá a oportunidade de se cruzar com árbitros de renome internacional, o que certamente servirá para a nossa equipa aprender também no domínio da condução do jogo por parte de um árbitro.

Para os mais curiosos, eis a lista de árbitros indicados para os jogos dos «Lobos»:

Escócia vs. Portugal
Steve Walsh (Nova Zelândia)

Portugal vs. Nova Zelândia
Steve White (Inglaterra)

Portugal vs. Itália
Marius Jonker (África do Sul)

Portugal vs. Roménia
Paul Honiss (Nova Zelândia)

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domingo, maio 20, 2007

Sevens Amsterdam

Portugal perde na final frente a Itália, por 26 - 0.

Informação retirada do site da FIRA



«No último jogo do grupo 1 Portugal derrotou a Bélgica por 40-0. Na meia final jogámos contra o 2º classificado do Grupo 2 a Alemanha e ganhámos por 14-7. A final vai ser disputada entre Portugal e a Itália.

Portugal, na fase de grupos obteve uma diferença de pontos 187 positivos e a Itália 110.

A Itália para chegar à final obteve os seguintes resultados:

Dinamarca 47-0, Holanda 19-0, Croácia 43-0, Alemanha 21-20, na fase de grupos e na meia final vitória sobre a Andorra por 21-10.»

Informação retirada do Blog do CDUL:
http://cdul.blogspot.com/2007/05/portugal-na-final-do-torenio-eurpeu-de.html



Parabéns aos jogadores portugueses, e boa sorte para o resto da caminhada da conquista do título de Campeão Europeu de Sevens pela 6ª vez!

Jogadores azuis que se deslocaram a Amesterdão:
Diogo Miranda, Pedro Silva e Salvador Cunha

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sábado, maio 19, 2007

Murré deixa Belenenses

O pilar luso-argentino Juan Manuel Murré deverá deixar a equipa do Belenenses, sendo igualmente previsível uma mudança de Portugal para Itália. Murré alinhou de azul nas duas últimas temporadas, sendo proveniente do Belgrano Athletic Club, de Buenos Aires.

Ao Juan um desejo de boa sorte na sua vida pessoal e desportiva, excepto (nesta segunda vertente) quando o seu caminho se cruzar com o do Belenenses.

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Rep.Checa, 3 - Portugal, 23

Portugal venceu esta tarde a equipa da República Checa por 3-23, em jogo a contar para o Torneio Europeu das Nações. A partida foi disputada em Ricany, e no XV nacional alinharam 4 jogadores do Belenenses: Cristian Spachuk, Lourenço Andrade, Diogo Mateus e João Uva.

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Os campos...

O Rugby é muitas vezes apontado como responsável pelo mau estado do relvado n.º2 do Restelo, partilhado – como é sabido – com a modalidade n.º1 do clube, o Futebol.

Trata-se pois de um bode expiatório perfeiuto, já que a generalidade dos associados não faz ideia:

a) Do tipo e tempo de utilização que o Rugby faz do campo n.º2;
b) Do real impacto de um jogo de Rugby num relvado natural.

A primeira questão é de fácil esclarecimento: com seniores e juniores a treinarem no estádio nacional, a utilização que o Rugby faz do campo n.º2 limita-se aos treinos das escolas (duas horas, duas vezes por semana, com todos os escalões em simultâneo) e aos jogos da equipa senior (que não são nunca mais de 3 por mês).

Não é pois o Rugby quem mais utiliza o campo (atirando os escalões de formação do futebol para fora do Restelo, como dizem alguns sócios mais desinformados), nem tão pouco se trata da modalidade que mais pressão coloca sobre aquele relvado.

A segunda questão é mais complexa, e assumo que não sou especialista na matéria. Assim, limito-me a escrever aquilo que alguém, com mais competências nesta coisa da gestão dos relvados, me disse um dia: um jogo de Rugby é bem menos violento para um campo de relva natural do que um jogo de Futebol.

Como já assisti a muitos jogos de Rugby e a muitos jogos de Futebol, direi que a «olhómetro» é precisamente isso que salta à vista.

Responsabilizar permanentemente o Rugby pelo que se passa no campo n.º2 é um disparate que apenas serve as intenções daqueles que, há muito, querem ver o Rugby fora do Belenenses.

Deveriam essas eminências pardas olhar para o que se passa lá fora. Por exemplo em Inglaterra, terra do Futebol mas também do Rugby, onde clubes de 1º plano (nas duas modalidades) usam os mesmos palcos principais.

Exemplos: os Saracens (Rugby) partilham o Vicarage Road Stadium com o Watford, que esta temporada disputou a Premiership inglesa; para aqueles que rapidamente dirão «se calhar é por isso que o Watford desceu», acrescento o exemplo do Reading (também de Londres), que partilha o magnífico Majdeski Stadium com os London Irish.


Majdeski Stadium


Vicarage Road

Portugal não tem a cultura desportiva inglesa, e talvez por isso as nossas modalidades – Futebol incluído – sejam tão fracas ao nível das competições nacionais. É por isso importante começar-se a olhar para o que se faz lá fora, procurando importar as boas práticas, também ao nível da gestão dos recintos desportivos.

O Belenenses tem mostrado impressionante coragem para manter o Rugby a funcionar, investindo inclusivamente na formação de qualidade, razão pela qual tem conseguido obter relevantes resultados a todos os níveis. Falta agora avançar para uma de duas opções fundamentais sobre a importante questão dos espaços: ou reorganiza os campos e a sua utilização, sem complexos e sem dramas que apenas na cabeça de alguns fazem sentido, ou realiza um esforço sem precedentes nos sentido de dar ao Rugby um espaço próprio, fora do Restelo, para que a modalidade dê o salto qualitativo que a colocará – estou certo – no topo do Rugby nacional, de forma constante, sem quebras e rendimento desportivo.

quinta-feira, maio 17, 2007

Sevens Amsterdam

A Selecção Nacional de Sevens descola-se a Holanda (Amsterdam), onde irá participar no Torneio Europeu de Sevens sobre a égide da FIRA/AER nos dias 19 e 20/05/07

jogos:

NORUEGA vs PORTUGAL
PORTUGAL vs SÉRVIA
PORTUGAL vs ANDORRA
PORTUGAL vs BÉLGICA

Comitiva: Manager - António Maia, Treinador - Pedro Netto, Fisioterapeuta - José Carlos Rodrigues

Jogadores convocados: Francisco Mira, Filipe Saldanha, Adérito Esteves e Vasco Gaspar (AEIS Agronomia); Diogo Miranda, Pedro Silva e Salvador Cunha (CF Belenenses); Nuno Penha e Costa (CDUL); Francisco Sepúlveda (CR Évora); Frederico Caetano (GD Direito);

O árbitro Rohan Hoffmann foi designado pela FIRA/AER para integrar a arbitragem do Torneio Europeu de Sevens na Holanda (Amsterdam).


fonte: news letter FPR

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Rugby tuga em suspenso

Da próxima Assembleia Geral Ordinária, que se realizará no dia 24 de Maio de 2007, apenas constam os seguintes pontos:

  1. Apreciação e votação do Relatório e Contas de 2006;
  2. Apreciação e votação do Orçamento Rectificativo para 2007;
  3. Apreciação e votação do Pedido de Amnistia/Perdão do árbitro Rui Gomes;
  4. Proposta do CRT de Voto de Louvor à Selecção Nacional;
  5. Ratificação de novo sócio Extraordinário: AAJOR - Associação de Antigos Jogadores de Rugby.

Será que a FPR se vai lembrar de marcar uma Assembleia Extraordinária para dia 28 de Agosto para discutir a mudança de escalões? Isto passou-se no ano passado, pelo que foi decidido adiar a decisão para a época seguinte... essa época está a chegar

Em vários clubes a próxima época já está a ser preparada, e uma mudança como esta implica uma reestruturação e redistribuição de treinadores, campos e afins...

Será que não se pensa com tempo neste país?

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Mundial 2007

Já se conhece a equipa técnica que vai a França com a Selecção, são quatro os elementos:

  • Tomaz Morais
  • Daniel Hourcade
  • Henrique Garcia
  • Pedro Netto

Henrique Garcia será o responsável pela análise estatística dos jogos e treinos.

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segunda-feira, maio 14, 2007

Convite agrónomo faz todo o sentido

O presidente de Agronomia, Amado da Silva, escreveu na sua habitual crónica (agora publicada no renovado site do clube) uma série de pertinentes observações acerca do futuro do Rugby de clubes em Portugal. A sua preocupação, como a minha aliás, respeita à principal prova de Rugby de clubes disputada em Portugal.

Amado da Silva pergunta – e bem – se « Estarão os clubes disponíveis para se unirem em torno de um projecto comum com, ou sem, o desejável apoio da FPR, que certamente estará absorta com o Mundial?».

A FPR já mostrou que não é capaz de dinamizar a Divisão de Honra. Não é capaz de valorizar a prova no contexto nacional, não sabe para que serve o modelo implementado, não sente necessidade de a dar a conhecer à esmagadora maioria dos portugueses, que apenas agora começam a olhar – timidamente – para o panorama nacional do Rugby.

A Divisão de Honra parece ser, para a FPR, uma coisa para entreter, entre jogos internacionais.

Como é óbvio, os clubes têm uma palavra a dizer sobre esta quetsão, até porque são eles os associados desta Federação. A Federação será sempre aquilo que os clubes quiserem, e se calhar está na hora dos clubes exercerem esse poder decisivo sobre uma Federação que, atacada por todos os lados, parece fechar-se sobre si mesma, olhando apenas para o lado festivo do Rugby e para uma selecção nacional de XV que nos vai dando motivos de orgulho.

«Não há tempo a perder», diz o presidente agrónomo. E tem toda a razão. É que tempo perdido é coisa que não falta nesta tão mal tratada modalidade.

É de facto preciso resolver os mais urgentes problemas do Rugby de clubes:

- A relação com os media;
- A sensível questão da arbitragem;
- O modelo competitivo (que deve ser adequado à nossa realidade, em vez de se implementar um modelo que apenas nas provas mais profissionais do mundo parece encontrar sentido);
- A relação selecção/clubes.

Eu acrescento uma bandeira que me é cara, e acerca da qual venho falando à meses, quase ininterruptamente: a questão da abertura do Rugby ao exterior, trazendo mais público ao Rugby, popularizando esta modalidade ainda tão elitista.

Depois penso que há outras questões de grande importância, como a dos campos (na maior parte dos casos sem condições), por exemplo. Trabalho é o que não falta.

O clube da Tapada tomou a iniciativa de colocar estas questões em cima da mesa, e vai convocar os outros emblemas para as discutir, tendo em vista uma plataforma comum de entendimento.

Pessoalmente tenho pena que o Belém não tenha avançado antes pelo mesmo caminho. Resta-nos, belenenses, participar activamente neste processo, abrindo em conjunto com os principais clubes nacionais da modalidade novos horizontes ao Rugby de clubes luso.

A FPR que se ponha a pau. É que noutras modalidades, problemas semelhantes conduziram os clubes a soluções de ruptura com as respectivas Federações.

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RWC 2011 com 16 equipas

Estes kiwis não brincam em serviço, e ainda não foi disputado do mundial de 2007 já eles pensam no mundial de 2011, que será disputado no seu país (pela 2ª vez).

A prova terá, este ano, 20 equipas finalistas. Acontece que os neozelandeses querem lançar a discussão em torno da possível redução do número de equipas para 16. As razões não são ainda apontadas, mas tudo deverá girar em torno da rentabilização do torneio. É que jogos entre colossos (com as três nações do sul à cabeça) e anões (como Portugal, Roménia, Zimbabué ou Geórgia) serão, para os colarinhos brancos das principais federações/uniões, uma perda de tempo e de dinheiro (?).

Com 16 equipas em 2007 Portugal teria sem dúvida ficado de fora.

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domingo, maio 13, 2007

Site da FPR ao rubro

Já não estranhamos a falta de actualidade do site da FPR, mas o que podemos estranhar (mas não ficar muito surpreendidos) é que em destaque apareçam notícias com mais de um ano...

tenham atenção que estas listagens são do curso de treinadores nível 1 de 2006!:

Rectificação da listagem de candidatos aos cursos de nível 1

É triste!

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Torneio do Belenenses: Fotografias



























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sábado, maio 12, 2007

Rugby Juvenil + Selecção

Anonymous said...

"A FPR devia ter promovido muito este jogo, publicidade, informações para os jornais, divulgação da iniciativa da CGD, mas como de costume não fez nada."

...pra variar!!! na mesma linha k se tem vindo a escrever aqui no Blog eles não fazem nada!! Vai haver um torneio de 7's para Iniciados a partir das 11.30 no Universitário. E dps o Belem marca um Torneio para as Escolas (Bambis, Benjamins e Infantis), que envolve muitas centenas de pessoas para os jardins públicos de Belem, onde os miúdos jogam no meio de sistemas de rega, e em relvado irregular. Não faria sentido a FPR e o Belém conversarem e marcar o Torneio para o Universitário, para chamar mais gente para o Jogo PORTUGAL RÚSSIA? será isto mto complicado perceber ou fazer? Ou somos todos nos aqui no Blog k embirramos com a FPR? ..não me parece k seja so embirração, existe d facto uma falta de iniciativa ANORMAL, nesta fase por parte da FPR.

Abraços

May 11, 2007 3:58 PM

Este foi um comentário no conhecido blogue do Zé do Melão.

A 6ª edição do Torneio Juvenil do Belenenses está marcada desde o inicio da época, o jogo Portugal vs Rússia foi marcado posteriormente.

É realizada no jardim Vasco da Gama com um principal objectivo: dar visibilidade ao rugby junto do público geral

As opiniões são unânimes: o belenenses organiza o ou um dos melhores torneior de rugby juvenil.

Por fim, saibam que os Torneios que se realizaram antes dos jogos de apuramento para o mundial são da INTEIRA responsabilidade da Associação de Rugby do Sul, a FPR não tem qualquer participação na sua organização.

Neste momento o Rugby Nacional não precisa do público do costume, precisa de novos ares, precisa de mais gente...

O público do Rugby Juvenil já está fidelizado, partam para outro publico alvo...

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sexta-feira, maio 11, 2007

3 azuis no Portugal vs. Rússia

O seleccionador nacional Tomás Morais seleccionou 3 jogadores do Belenenses para o encontro de amanhã, com a Rússia (17:15h no EUL):

- Cristian Spachuk (pilar)
- Diogo Mateus (centro)
- David Mateus (centro/ponta)

Aos três jogadores belenenses, bem como a toda a equipa nacional, desejos de boa sorte e bom jogo!

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quinta-feira, maio 10, 2007

6º Torneio de Rugby Juvenil do Belenenses

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6º Torneio de Rugby Juvenil do Belenenses

A secção de Rugby do Belenenses realiza sábado, dia 12 de Maio o 6ºTORNEIO DE RUGBY INFANTIL DO CF BELENENSES. O torneio, tal como nos anos anteriores, realiza-se nos Jardins de Belém junto à McDonalds. Estamos a organizar uma grande festa!

Até ao momento estão inscritos os seguintes clubes:

RUGBY CLUBE DE SANTAREM
CDUP
DIREITO
CASCAIS
LOULÉ
CDUL
ELVAS

Aguardamos ainda a inscrição de mais clubes!

Além do programa desportivo, vamos ter um Bar-Belém com as contribuições gastronómicas das mães dos nossos atletas, uma loja de material do Belenenses-Rugby, música e muito convivio.

Programa:
11:00H - Recepção às Equipas
12:00H - Inicio dos Jogos
16:00H - Fim dos Jogos
16:15H - Entrega de Prémios

NOTA PARA OS PAIS (somente o PAI)
Contamos com a vossa colaboração, no sábado a partir das 10:00H, para ajuda na montagem de todas as estruturas de apoio ao torneio (tendas, grades protectotras, publicidade, montagem do bar,montagem dos campos, outras actividades).

NOTA PARA AS MÃES
Amanhã actualizamos o "menú" das contribuições gastronómicas.

Para mais informação, os suspeitos dos costume:

Miguel Freudenthal: 933010221
Isabel Leal: 914824912
Manuel Resende: 916743633

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O CIF e o Rugby

É frequente encalharmos, durante a leitura de textos sobre a história do Rugby português, em nomes de emblemas hoje perfeitamente desligados da realidade actual da modalidade. O CIF, o Ginásio Clube Português e o Sporting Clube de Portugal são apenas três exemplos de clubes que chegaram a competir ao mais alto nível, e que por razões diversas abandonaram o Rugby.

CIF e Sporting são aliás dois exemplos interessantes, até porque mantiveram as respectivas equipas de futebol (no caso do CIF assumida e militantemente amadora) e contam hoje com Complexos Desportivos notáveis (embora de escalas diferentes), que certamente albergariam equipas de Rugby sem grande esforço.

O CIF é aliás proprietário de um excelente parque desportivo, dentro do qual se ergue o Campo Pinto Bastos, de relva sintética (colocada em 2006), utilizado pelas escolas de futebol deste emblema do Alto-Restelo/Monsanto, as quais são mantidas em parceria com o ... Sporting!



Consultando a página web do CIF é fácil verificar que a utilização do campo é intensa, e que não será assim tão simples quanto isso encaixar no quotidiano do clube horários para escalões de formação do Rugby. Todavia creio que os valores da modalidade da bola oval encaixam perfeitamente na filosofia desportivo que encontra no CIF um dos principais representantes.

É imperioso, para o crescimento do Rugby, aumentar o número de clubes e de praticantes. E se por um lado é verdade que essa prioridade é ainda maior fora de Lisboa, também é verdade que a própria cidade capital não conta com clubes, espaços e praticantes suficientes, numa fase essencial do desenvolvimento da modalidade, marcada pelo apuramento para o Mundial.

O CIF - que partilha a mesma região geográfica com emblemas de peso no Rugby nacional, como o Belenenses, o Direito e mesmo a Agronomia - bem que poderia equacionar o regresso à modalidade.

Tudo começa com uma equipa de miúdos (e miúdas!) bem pequenos... o resto vem por acréscimo.

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quarta-feira, maio 09, 2007

Apelo

Vou iniciar, neste verão de 2007, um trabalho de pesquisa acerca da longínqua temporada de 1958/59, ano em que – segundo creio – se disputou o primeiro campeonato nacional sob a égide da FPR, e do qual saiu vencedor o Belenenses.

Existem algumas fontes de informação privilegiadas sobre o assunto (o Jornal do Belenenses e as obras de Acácio Rosa, um dos maiores belenenses de sempre) mas o trabalho que agora se inicia quer-se amplo, cheio de informação pertinente e interessante, tendo um único objectivo: homenagear os nossos campeões de 58/59, no ano do cinquentenário dessa nossa vitória histórica.

Lanço assim um apelo a todos aqueles que possuam informações acerca da equipa de 58/59 para que me contactem através do endereço de e-mail rui.vasco@sapo.pt (ou através do telemóvel 912676078), no sentido de ser feita uma recolha de material e testemunhos o mais ampla possível.

A todos o meu muito obrigado.

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terça-feira, maio 08, 2007

Ensaios 2006/2007

Ensaios marcados pelo Belenenses em 2006/2007 (Divisão de Honra, Fase regular e Play-off): 40 (média de 2.9 por jogo).

Ensaios sofridos Belenenses em 2006/2007 (Divisão de Honra, Fase regular e Play-off): 42 (média de 3 por jogo).

Marcadores:

Valter Jorge (n.º8) - 6

Juan Murré (pilar) - 3
Sebastião da Cunha (2ª/3ª Linha) - 3
Salvador da Cunha (3ª Linha) - 3
Duarte Bravo (Ponta/Centro) - 3

Diogo Mateus (centro) - 2
Duarte Moreira (asa/ponta) - 2
Francisco Moreira (defesa) - 2
Diogo Miranda (abertura) - 2
João Mirra (defesa) - 2
Carlos Gaspar (centro/formação) - 2

Cristian Spachuk (pilar) - 1
Diogo Pinheiro (centro) - 1
David Mateus (ponta/centro) - 1
Ramiro Alvarez (abertura/ponta) - 1
João Uva (asa) - 1
Diogo Castro (centro) - 1
Gonçalo Lucena (asa) - 1
Tiago Cabral (ponta) - 1

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Futebol dentro do Rugby

As mais recentes acusações sobre a arbitragem em Portugal não me surpreendem no estado actual do rugby luso.

Os árbitro têm vindo a ser apresentados como os responsáveis de derrotas merecidas e tem sido posta em causa a sua neutralidade e parcialidade.

Não posso deixar de constatar que o nosso desporto está cada vez mais futebolizado, entrando em discussões mesquinhas e sem nexo.

Digam-me sinceramente que é que tem a coragem de pegar num apito e entrar para dentro de campo para dirigir um jogo (nem que seja de infantis)?

Digam-me sinceramente quem é que já pegou uma vez que seja no livro das leis de jogo?

Não culpem os outros pela falta de treino e de qualidade... olhem para o próprio umbigo procurem as causas para a falta de rendimento.



Já agora, lanço o repto para os que disseram (pelo menos para dentro) que tinham coragem para pegar no apito e entrar para dentro de um campo, para arbitrarem um ou dois jogos do nosso Torneio Juvenil, nem que seja de Bambis ou Benjamins...

Fica o repto, gostava de ver a equipa sénior a aceitar o desafio!

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6º Torneio Juvenil do/de Belém

É já no próximo sábado que se realiza um dos melhores (se não o melhor!) convívio de rugby juvenil português... com a chancela do Belenenses!

Nas últimas edições o número de jogadores presentes tem ultrapassado os 500, o que significa o entupimento dos jardins Vasco da Gama, em Belém, como tal este ano tivemos que condicionar o número de equipas participantes.


Esta imagem representa o Torneio de 2006:


Todas as ajudas para a operacionalização do torneio são bem-vindas, queiram participar no GRANDE TORNEIO AZUL.

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segunda-feira, maio 07, 2007

Os melhores de 2006/2007...

Jogador azul do ano: Juan Murré (pilar)



O Juan fez, na minha opinião, uma boa época. Não esteve sempre no seu melhor, é certo, e creio que se ressentiu da falta do Cristian do outro lado da 1ª linha após o jogo com o CDUP... Mas penso que foram mais os bons jogos do que aqueles em que esteve abaixo do seu nível normal.

Dos 14 jogos da fase regular alinhou em 13 (falhou apenas a recepção ao Benfica, devido a lesão). Na 1ª linha jogou ao lado do Cristian, Murteira, Guillermo e Janardo (pilares), bem como do Paulo Santos, Fraga e - novamente - Guillermo (talonadores).

O Juan é uma figura fundamental da mêlée do Belenenses, mas o seu jogo não se restringe às fases estáticas. Gosta de participar nos movimentos ofensivos e não é daqueles avançados que quando entra ao contacto já vai em queda, com medo de perder a oval.

Da mesma forma, participa na defesa, placando não raras vezes de forma efectiva. Na memória ficou-me a forma como placou um 2ª linha do Cascais, em Monsanto, quando a 1 ou 2 minutos do fim os homens de verde tinham ganho vantagem numérica numa das pontas. O Juan placou no momento certo e como mandam as regras, provocando o turn-over e garantindo uma vitória que o ensaio adversário teria certamente colocado em causa. Recordo ainda uma excelente placagem na partida com o Direito (também em Monsanto), provocando um turn-over essencial para o primeiro ensaio do Belenenses.

Num ano em que vários jogadores mais antigos saíram do plantel, e durante o qual outros tantos mais experientes primaram pela irregularidade e falta de disponibilidade, o Juan foi um dos líderes dos avançados do Belenenses, sobretudo no final da temporada.

Creio que pode ser um jogador ainda mais útil se melhorar alguns aspectos do seu jogo, e se aprender a controlar-se dentro de campo, não respondendo às frequentes provocações a que é sujeito (muitos adversários conhecem a sua falta de paciência e passam o jogo todo a tentar metê-lo na rua, não raras vezes com sucesso).

Em ano de Mundial acredito que o Juan seria uma excelente alternativa para o Professor Tomás Morais, tal como o Acosta, do Direito. Pena é que as normas da IRB não permitam a utilização destes dois jogadores na prova máxima de França, pois noutras competições tuteladas pela mesma entidade - ex. Torneio IRB das Nações - eles foram utilizados sem problemas. Seriam de grande utilidade...

Juan: parabéns pela boa época realizada! Espero que continues no Belém em 2007/2008, e que eleves ainda mais o teu nível de jogo, ajudando a nossa equipa a voltar aos lugares do topo, que são o seu lugar.

Jovem jogador azul do ano: Diogo Miranda (abertura) (*)



O Miranda foi para muitos uma grande surpresa. Para outros, nem tanto.

Começou a época a abertura, um pouco a medo do jogo num escalão que não o seu, e perante jogadores mais fortes e mais experientes. Talvez por isso tenha perdido o lugar no XV inicial no jogo com o CDUP, no Porto... ou talvez os treinadores o tenham protegido de um encontro muito físico, quando os nortenhos somavam 4 derrotas em 4 jogos realizados, e necessitavam a todo o custo de inverter a sua sorte.

Depois de uma passagem pelo banco - que só lhe fez bem - regressou ao XV titular, e foi a arrier que voltou a dar nas vistas.

Voltou a vestir a camisola 10 no jogo com o Direito, depois de um jogo menos bom do Pedro Silva a abertura, com o CDUP (em casa). Pessoalmente penso que é a posição em que se sente melhor e em que rende mais. Esteve muito bem contra o Direito e com o Técnico, já no Play-Off.

Mostrou ainda notável capacidade de sofrimento no jogo da lama e do frio de rachar, com o CDUL no EUL, num jogo que correu mal do princípio ao fim, repleto de lesões e de desistências mais ou menos incompreensíveis. Quanto a mim, que é daqueles com quem se pode contar quando as coisas estão complicadas.

Penso que tem uma ENORME margem de progressão (tal como o Fezas, o Nica, o Duarte Moreira, o Cabral, o Diogo Jorge... entre outros), ao nível técnico e físico. E penso que quando ganhar a confiança que tantas vezes lhe faltou passará a meter 75% dos chutos aos postes, melhorando substancialmente o aproveitamento desta situação de jogo - verdadeiro calcanhar de Aquiles do Belém - por parte da nossa equipa.

Resta dizer que o Miranda é ainda, para quem não sabe, júnior. Não é sénior de primeiro ano... é júnior.

Parabéns, Diogo! Estiveste muito bem em 2006/2007, e espero que para o ano te apresentes ainda melhor: mais forte, mais confiante, mais decidido.

Melhor jogo do ano (seniores): Agronomia vs. Belenenses (derrota, 25-11)

Escolhi este jogo porque na minha opinião foi aquele em que jogámos com mais carácter e com mais orgulho na camisola azul do Belém. Penso que não jogámos com o nosso melhor XV (a Agronomia também não), mas vi um grupo de jogadores cheios de vontade de ganhar, a jogar com espírito e motivação.

Tivéssemos jogado toda a temporada daquela forma e não teríamos tido dificuldade em obter um dos 4 primeiros lugares.

Pior jogo do ano (seniores): Técnico vs. Belenenses (derrota, 25-7)

Não vi o jogo - aliás, foi o único que não vi este ano - mas TODAS as pessoas com quem falei sobre ele são unânimes: foi o pior dos últimos anos.

Ensaio do ano (seniores): Duarte Moreira (Direito vs. Belenenses)

Placagem do ano (seniores): Juan Murré (Belenenses vs. Cascais) e Salvador da Cunha (Belenenses vs. Técnico)

Internacionais seniores:

XV: João Uva, Cristian Spachuk, Mata Pereira, Sebastião da Cunha, Paulo Santos, Pedro Silva David Mateus e Diogo Mateus (**). Sevens: João Mirra, Francisco Moreira, Duarte Bravo, Sebastião da Cunha, Valter Jorge, Pedro Silva e David Mateus.

Equipa azul do ano: Juvenis (penso que nem preciso de justificar, aconselhando apenas a consulta do registo de resultados por equipa, em baixo).

Resultados desportivos:

Seniores
- 5º classificados da DH
- Meia-final da Taça de Portugal

Juniores:
- Vencedores da fase regular do campeonato
- Vice-campeões Nacionais 2006/2007
- Finalistas vencidos da Supertaça 2006

Juvenis:
- Campeões Nacionais 2006/2007
- Vencedores da Supertaça 2006
- Vencedores da Taça de Portugal 2006/2007

Iniciados:
- 3ºs no Torneio Inter-Regional 2007

Nota:

(*) Outra opção (mais do que) válida era o Fezas Vital. Desempatei usando um critério simples: a idade do Miranda, que ainda é júnior.
(**) Na fase final da temporada, depois da sua saída do UCC Cork e do Munster Rugby.

Sobre o Campeonato que agora termina

Terminou o Campeonato, que este ano foi esquisito e marcado por incidências mais ou menos esquisitas.

Começou com violência q.b. (quem já se esqueceu da constante «troca de galhardetes» no início da prova?), continuou com a selecção a retirar aos jogos os seus mais talentosos protagonistas, prosseguiu já na fase descendente com as equipas a posicionarem-se o melhor que puderam para o «sprint» final e... acabou com grande alarido em torno da justo vitória de uns e injusta descida de outros.

Começando pelo fim, tenho para mim (desde o ano passado, quando o Belém até lutou pelo título) que este modelo de descida é aberrante. Aliás, como (quase) toda a gente acha o mesmo, a AG da FPR decidiu alterar a fórmula competitiva da cauda da tabela, sendo aplicável a nova forma de apuramento da equipa que desce em 2007/2008.

Ora, a fava calhou – neste ano da despedida – a um Técnico que realizou boa ponta final do campeonato (tal como no ano passado), mas que acabou por não ter pernas para dar a volta a um jogo que tudo decidia.

Bem vistas as coisas, entre um Cascais que somou 1 vitória e 1 empate, e uma Académica que em 2005/2006 encaixou 14 derrotas de empreitada, a coisa acaba por não ser muito diferente, e é com sabor a injustiça que a rapaziada das Olaias fará nova travessia do deserto, numa «segundona» que é mais complicada do que se pensa, até tendo em conta o esforço financeiro e humano que é andar para cima e para baixo, num campeonato que até tem a virtude de estar mais bem distribuído, geograficamente falando.

Acontece que todos sabiam desde o primeiro jogo que a descida se resolveria desta forma, e por isso com ou sem injustiça, está decidido o figurino de 2007/2008 da DH, e o Cascais consta dele. Parabéns aos de Cascais, porque não têm culpa nenhuma, mas têm o mérito de ter vencido, quando realmente importava.

A Agronomia lá levantou o caneco, e eu acho muito bem que o tenha feito. Dominou o campeonato – tal como o Belém, no ano passado – e seria uma tristeza ver o título fugir-lhes em 80 minutos. Tenho para mim que a Agronomia começou a ganhar este campeonato bem antes do apito inicial, quando soube planear a temporada, escolher os seus reforços e gerir o plantel numa temporada em que a gestão das equipas foi muitíssimo prejudicada pelos jogos internacionais de XV e Sevens (circuito completo, pela 1ª vez).

Parabéns aos Agrónomos, aos jogadores e técnicos, e em particular a Amado da Silva, que muito tem trabalhado para ser feliz.

O Direito fica-se pelo segundo lugar, o qual é posição honrosa e faz justiça à qualidade do seu plantel. A «prata» não é «lata», e por isso devem os advogados do Monsanto ver este lugar no pódio com orgulho. A perder também se aprende, e esta é uma boa oportunidade para o clube dos homens da justiça fazer justiça aos vencedores de 2006/2007 e à arbitragem do João Mourinha, que segundo me diz quem viu (eu não estava lá) foi de bom nível, não justificando toda a indignação da equipa bi-campeã nacional.

Surpresa para mim foi mesmo o 3º lugar do CDUL, que é o clube mais premiado do Rugby nacional, mas que há muito andava afastado destas guerras dos primeiros lugares.

Chegaram à Final Four com mérito, discutiram na Tapada um lugar na final com grande força e coração, e acabaram por conquistar um bronze que tem quase sabor a ouro, tendo em conta a juventude da sua equipa.

O CDUP, que começou o campeonato da pior forma possível (4 derrotas em 4 jogos) acabou por somar 9 vitórias (!), e qualificar-se com relativamente tranquilidade para a Final Four. É merecido para os nortenhos do Rugby, que andam sempre para cá e para lá, fazendo esforços admiráveis e registando resultados de respeito.

Um bem haja para o CDUP e para a invicta cidade do Porto.

Na luta pelos lugares «sem sabor», Benfica e Belenenses – que nos últimos anos andaram nas Final Four e que em 2006/2007 acabaram por tremer um pouco e ver ao longo o espectro da descida – têm razões para pensar muito acerca do que se passou (ou não) no ano desportivo que agora termina!

No caso do Belém, creio que tem condições para pensar – já em 2007/2008 – em regressar aos lugares de topo. E porque talento há – ninguém duvida! – o segredo está mesmo em seguir o exemplo daqueles que se organizaram. É que se os campeonatos se ganham dentro de campo, é fora dele que muitas vezes se faz a diferença.

Temos de dar melhores condições à nossa rapaziada.

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domingo, maio 06, 2007

Divisão de Honra: classificação final

1º - Agronomia (Campeão Nacional 2006/2007)
2º - Direito
3º - CDUL
4º - CDUP
5º - Belenenses
6º - Benfica
7º - Cascais
8º - Técnico (desce à 1ª Divisão)

Sobe à Divisão de Honra em 2007/2008: Académica de Coimbra.

Resultados:

Final: Agronomia, 15 - Direito, 8
3º/4º: CDUL, 19 - CDUP, 10
5º/6º: Belenenses, 24 - Benfica, 20
7º/8º: Cascais, 13 - Técnico, 9

Nota: Deixo aqui um abraço solidário ao Técnico e aos seus atletas, que mercê de um modelo de campeonato com o qual não me identifico em absoluto (ler aqui) descem de divisão.

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Belenenses vence Benfica

O Belenenses assegurou esta tarde o 5º lugar na edição 2006/2007 da Divisão de Honra de Rugby, ao bater no Estádio Universitário de Lisboa o Benfica por 24-20.

Depois de uma fase regular marcada por alguns altos e muitos baixos, os quais deixaram os azuis de fora da corrida ao título (Final Four), o Belenenses esteve em bom plano no Play-Off e bateu primeiro o Técnico e depois o Benfica.

Esta tarde, em jogo que definia as 5ª e 6ª posições da tabela, o Belenenses não desiludiu e marcando quatro ensaios bateu o Benfica por 24-20.

Os azuis alinharam com Murteira, Janardo e Guillermo; Lourenço e Sebastião (5); Lucena, Salvador e Valter Jorge; Carlos Gaspar (5+5) e Miranda (2); Diogo Castro e Diogo Mateus (5); Mirra e David Mateus e Pedro Silva (2).

Fica assim encerrada a temporada desportiva oficial da equipa principal do Belenenses, e inicia-se a preparação da época 2007/2008.

sábado, maio 05, 2007

Parabéns, Agronomia

A equipa de Agrononomia conquistou esta tarde, ante o Direito, o primeiro título nacional da sua história. Penso que é (mais do que) merecido, e por isso daqui vai uma saudação para os da Tapada.

Parabéns, Agronomia.

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Parabéns, rapazes!

O Belenenses bateu esta tarde o CDUL por 17-0 na final da Taça de Portugal da categoria de Juvenis. Os azuis jogaram a maior parte do encontro com 14 elementos, depois da expulsão (cartão vermelho) ao capitão e n.º8, João Nuno Tomé.

Os jovens jogadores azuis venceram assim a 3ª prova da temporada, depois de terem garantido a Supertaça 5 de Outubro e o título de Campeões Nacionais.

Parabéns, rapazes!

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Fotos de Edimburgo (1)



Iniciados do Belenenses junto dos internacionais escoceses e jogadores do Edinburgh Rugby Chris Paterson e Hugo Southwell.

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sexta-feira, maio 04, 2007

Camisolas à venda na Loja Azul

A Loja Azul, localizada no estádio do Restelo, já dispõe de camisolas das equipas de Rugby do Belenenses. A camisola disponível na Loja é a principal – «azul belenenses» - e existe em vários tamanhos, não contando com qualquer publicidade/número na frente ou nas costas.



O valor de venda é de 35,00 €.

Os interessados poderão visitar a Loja do Belenenses durante os seguintes horários: 2ªs a 6ªs Feiras das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, com abertura a pedido junto das Relações Públicas. 2ªs a 6ªs Feiras das 17h00 às 21h00 e Sábados das 10h00 às 13h00.

Pontualmente a loja abrirá ainda com horários complementares quando se verifique um significativo leque de actividades no Complexo Desportivo do Restelo.

Quem quiser pedir informações adicionais sobre este ou outro produtos poderá também entrar em contacto com a Loja através do seguinte endereço de e-mail: loja.azul@osbelenenses.com.

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Jornada Final Iniciados

Eu sei que neste fim-de-semana já têm muitas opções nos relvados rugbysticos, mas fica o convite para aparecerem no Estádio Nacional para apoiar os iniciados azuis:

Sábado:
14.00
- C.F. Belenenses A vs CDUL A (Campo A)
- [G.D. Direito A vs CDUL A (Campo A)]
- C.F. Belenenses A vs G.D. Direito A (Campo A)

Domingo
11.30 - C.F. Belenenses B vs CDUL C (Campo A)
12.05 - C.F. Belenenses B vs Caldas R.C. (Campo A)

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quinta-feira, maio 03, 2007

5 azuis nos 36 convocados

O Belenenses contribui com 5 jogadores para a equipa nacional que defrontará a Rússia e a República Checa, em jogos a contar para o Torneio das VI Nações B. A convocatória de Tomás Morais é composta pelos seguintes atletas:

BELENENSES (5)
João Uva, Pedro Silva, David Mateus, Diogo Mateus e Cristian Spachuk.


Direito (9)
Miguel Portela, Rui d’Orey, Vasco Uva, Diogo Coutinho, Pedro Leal, Pedro Carvalho, José Pinto, Salvador Palha e Frederico Sousa.

Agronomia (5)
Luís Pissarra, Duarte C. Pinto, Gustavo Duarte, Francisco Mira e Juan Severino.

CDUP (4)
Joaquim Ferreira, Marcelo d’Orey, Gonçalo Malheiro e Francisco Fragateiro.

AA Coimbra (1)
Rui Cordeiro.

CDUL (5)
Tiago Girão, Pedro Cabral, Duarte Figueiredo, Gonçalo Foro e João Sacadura.

Benfica (1)
Diogo Gama.

Cascais (1)
Paulo Murinello.

Évora (1)
Diogo Fialho.

Montepellier (1)
Gonçalo Uva.

Blagnac (1)
David Penalva.

Nimes (1)
André Silva.

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XV's azuis em 2006/2007 (DH)

É curioso verificar que durante a temporada desportiva de 2006/2007 (Divisão de Honra, fase regular), o Belenenses nunca repetiu duas vezes o mesmo XV, e quase sempre produziu alterações grandes nas equipas iniciais. É aliás evidente que esta é uma das razões para o insucesso desportivo da equipa durante este ano, aliado ao facto de termos perdido ao longo da temporada 3 capitães (João Uva, Francisco da Cunha e Bruno Nifo), por razões diversas.

A única vez que o Belenenses repetiu um «cinco da frente» (Murteira, China e Juan; Fezas Vital e Lourenço Andrade) acabou por obter duas importantes vitórias sobre Direito (em casa) e Benfica (fora), jogos marcados por boas exibições.

No resto do campeonato... foi o que se viu: grande rotatividade de jogadores nas diversas posições do terreno, com alguns dos jogadores mais experientes a jogarem quase esporadicamente no XV inicial.

Não tenho a ficha de jogo relativa à derrota com o Técnico nas Olaias - aquele que terá sido o pior jogo da temporada - mas relativamente ao todos os outros 14 jogos da DH já disputados (13 da fase regular + 1 do Play-Off) registam-se 37 jogadores nos diversos XV's iniciais do Belenenses:

Murteira, Juan, Spachuk, China, Guillermo, Janardo, Fezas, Lourenço, Miroto, Sebastião, Diogo Jorge, Mata Pereira, Perkins, Lucena, Nogueira, Uva, Salvador, Valter, Miguel Fernandes, G.Gonçalves, Netto, Nifo, Nica, Ramiro, Miranda, Pedro Silva, Bravo, Duarte Moreira, Cabral, João David, Francisco Cunha, Diogo Castro, David, Diogo Mateus, «Hernâni», Moreira e Mirra.

Os jogadores mais utilizados foram Juan Murré (que para mim foi o melhor jogador azul da época, assunto sobre o qual falarei em post específico), Valter Jorge, Paulo Santos, Fezas Vital, Nifo (apesar da ausência na última fase do campeonato e os 2 jogos de um castigo inacreditável após o Belenenses vs. Direito), Mirandinha (a 15 e a 10) e Ramiro (primeiro a 9, depois a 10 e por fim na ponta).

Numa segunda linha de jogadores relativamente estáveis - no que diz respeito ao número de utilizações - temos: Bravo (até se aleijar foi muito utilizado), Uva (apesar da selecção e da ausência na fase final da temporada), Pedro Silva (apesar de não ter sido utilizado na 1ª volta), David Mateus (tantas lesões...), Spachuk (muitas jornadas lesionado e um fim de temporada a asa) e Sebastião. Destaque ainda para o Lucena, que fez 6 jogos como titular, mas que esteve quase sempre presente nas convocatórias.

Depois há um terceiro conjunto de jogadores menos vezes incluídos no XV inicial, por razões muito diversas, e que incluem alguns atletas da equipa que em 2005/2006 esteve à beira do título: Lourenço, Mirra, Francisco da Cunha, Diogo Mateus (regressou apenas no final), Netto (passou a treinador e jogou apenas quando o Nifo estava castigado) e Mata Pereira.

A equipa do Belenenses viveu uma temporada de elevada instabilidade ao nível das disponibilidades dos diversos jogadores, e essa foi de facto uma das razões para tantas derrotas e tanta dificuldade em estabilizar um modelo de jogo.

Para consultar a lista de titulares 2006/2007, clique aqui.

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Jornada Final Iniciados

Belenenses vs CDUL
[CDUL vs Direito]
Belenenses vs Direito

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quarta-feira, maio 02, 2007

Soltas de fim de temporada

#1

O jogo de domingo entre Belenenses e Benfica será mesmo aquilo a que se chama «um jogo a feijões». Desfasado da Final – que será disputada no sábado – o encontro para atribuição do 5º e 6º lugar é aquele que menos interesse terá dos 4 últimos jogos da Divisão de Honra.

Felizmente para o ano já não teremos de levar com o Play-off da descida.

Para quem quiser acompanhar os jogos do fim-de-semana, eis a lista dos respeitantes à Divisão de Honra:

5 de Maio
13:45h – CDUL vs. CDUP – EUL 2
18:30h – Agronomia vs. Direito – EUL/Campo de Honra

6 de Maio
15:30h – Benfica vs. BELENENSES – EUL 2
17:15h – Técnico vs. Cascais – EUL 2

#2

Os nossos juvenis estão em alta. Depois de ganharem a Supertaça e o Campeonato Nacional, estão na Final da Taça de Portugal.

As lesões são mais que muitas, e o cansaço também se vai fazendo sentir. Seja como for, estes rapazes são verdadeiros belenenses, transportando consigo toda a mística de quase 80 anos de Râguebi do clube da Cruz de Cristo.

O jogo será disputado no sábado, dia 5, pelas 15:30h, no EUL 2, entre Belenenses e CDUL (repete-se a final do Campeonato Nacional).

#3

A viagem à Escócia já terminou, e o saldo é claramente positivo!

A secção de Rugby do Belenenses tem sabido encontrar os meios para proporcionar uma viagem anual aos seus atletas mais novos, e penso que essa é uma forma suplementar de os motivar ainda mais para evoluírem como jogadores de Râguebi.

Espero poder publicar informações adicionais sobre estes 4 dias em Edimburgo a curto prazo.

#4

Dia 12 terá lugar nos Jardins de Belém a VI edição do Torneio de Rugby Juvenil do Belenenses. Mais notícias e pormenores nos próximos dias.

terça-feira, maio 01, 2007

Este putos são uns campeões!...

Chegaram ao meio dia de Edimburgo, depois de uma noite mal dormida. Dos 22 que aterraram em Lisboa, apenas 18 partiram da Portela em direcção a Coimbra, para defrontar a Académica na 1/2 final da Taça... o resultado foi 19-0 para o Belém!

Diz quem viu que o resultado acaba por não reflectir as dificuldades que os azuis enfrentaram, já que para além da muita lama do Universitário de Coimbra também as lesões constituiram um problema: Miguel Dores partiu um pé, e o par de médios (Manuel Machado e Manuel Costa) foi substituído devido a problemas físicos.

A final é no sábado á tarde, contra o CDUL (finalista vencido pelo Belém, no Campeonato Nacional), que venceu o CDUP por 12-11, no EUL de Lisboa.

Tendo em conta o panorama de lesões, vai ser complicado. Todavia esta equipa é feito de uma massa especial, e estes miúdos são uns campeões! Aconteça o que acontecer sábado, o Belém estará nas 3 finais da temporada, e já conta com a Supertaça e o título nacional.

Força, Belém!

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Chegada a Lisboa e partida para Coimbra

Há hora a que escrevo estas linhas estarão a chegar ao aeroporto da Portela os cerca de 100 elementos da comitiva azul que se deslocou a Edimburgo. Os juvenis entrarão directamente numa camioneta que os levará a Coimbra, para disputar a 1/2 final da Taça de Portugal da categoria, frente à Académica.

Aos nossos talentosos jogadores - que no sábado bateram a equipa do Academicals sem dificuldade - desejo boa sorte e que tragam o triunfo que valerá a presença na final do próximo sábado... isto apesar do cansaço que certamente sentem.

Força rapazes!

Académica vs. BELENENSES
UE de Coimbra, 18h
Árbitro: Carlos Oliveira

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